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Seção 5 - Cadeia Planetária


O Universo Em Expansão

De Elemental a Espírito Planetário, eis a linha de evolução conhecida do homem, pois a evolução pode seguir adiante, quem o sabe. Existem linhas de evolução paralelas, mas vamos neste texto nos ocupar apenas do homem.

Em uma Cadeia Planetária (sete planetas), que faz parte de um Esquema Evolutivo (Sete Cadeias Planetárias), o homem aparece na primeira Cadeia como Elemental, passa pelos seus três reinos, depois avança pelos reinos Mineral, Vegetal, Animal e finalmente, Humano. Após segue sua trajetória no reino dos Mestres, Anjos ou Dhyan–Cohans, quando, se for da sua vontade, não usará mais corpo físico.

Nesta linha de evolução, todos passam por um ciclo que pode ser chamado de humano, e a diferença existente é referente ao corpo mais denso que é utilizado, conforme a Cadeia Planetária na qual o nível humano for atingindo.

Se o globo ou planeta mais denso da Cadeia Planetária estiver no Plano Físico, como a nossa Cadeia Terrestre, o corpo mais denso a ser utilizado será o nosso, ou o Corpo Físico.

Se o globo mais denso da Cadeia Planetária estiver na parte Etérica do Plano Físico, o corpo mais denso a ser utilizado será o Corpo Vital ou Duplo Etérico, e teremos o chamado Anjo. Isto ocorreu na Cadeia Planetária Lunar, a Terceira de nosso Esquema de Evolução.

Se o globo mais denso da Cadeia Planetária estiver no Plano Astral, o corpo mais denso a ser utilizado será o Corpo Astral, e teremos o chamado Arcanjo. Isto ocorreu na Segunda Cadeia Planetária de nosso Esquema de Evolução.

A evolução prosseguirá dessa forma nos Planos Mental (superior e inferior), Búdico e Átmico. Esgotada a evolução no nosso Plano, o primeiro Plano Cósmico, ela ascenderá pelos demais Planos Cósmicos, dos quais nada se sabe, nem mesmo há concordância quanto ao número deles, pois é algo que está muito além de um Sistema Estelar.

O cume da evolução humana, ao menos no que a literatura esotérica nos informa, é tornar-se um Espírito Planetário ou Estelar, ou seja, um ser que dá vida a um Planeta ou a uma Estrela.

A energia, o elemento único, de que são formados os diversos Planos Vibratórios, parece ser infinita. Assim inicialmente o Espírito ou Logos Estelar e depois os Espíritos Planetários, formam um Sistema Estelar com os seus Planetas, onde a evolução se dará. Ali, seres iniciarão sua evolução que irá de Elemental a Espíritos Planetários ou Estelares. E, quando atingirem essa condição, criarão novos berçários de vida, novos Sistemas Estelares, nos quais outros seres evoluirão.

Afinal, serão a vida e o nível evolutivo a ser alcançado, infinitos?

PS: A denominação de Anjos (Cadeia Lunar) e de Arcanjos (Segunda Cadeia) é dada por Max Heindel. Arthur E. Powell os chama respectivamente de Arhat e de Iniciados da 3ª Iniciação; conforme originem-se da Cadeia Lunar (3ª Cadeia) e da 2ª Cadeia, ambas do Esquema Evolutivo Terrestre. Estes nomes são genéricos, pois Arthur E. Powell lista diversas subclasses entre essas classes.

Bibliografia

Conceito Rosacruz do Cosmos – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz.

O Sistema Solar – Arthur E. Powell – Teosofia – Editora Pensamento – Cultrix Ltda. 

Os Espíritos da Natureza – C. W. Leadbeater – Teosofia (sobre a evolução que não passa pelo Reino Humano) – Editora Isis Ltda.

Cadeia Planetária

Um tema extremamente árduo, complexo, pois mesmo autores como Blavatsky, Leadbeater, Max Heindel, Arthur E. Powell, A. P. Sinnett, Annie Besant e outros, não dão todos os detalhes de como se efetua a evolução, através dos Sete Globos ou Planetas, que formam uma Cadeia Planetária, sendo que sete delas formam um Esquema de Evolução.

Em cada Planeta de uma Cadeia Planetária, que contém sete Planetas, ocorre a evolução de três Reinos Elementais e mais quatro outros Reinos, sendo eles o Mineral, Vegetal, Animal e Humano. O que define o corpo mais denso a ser usado pela humanidade daquela Cadeia, é o seu Planeta mais denso, o Globo D da Cadeia. Essa é a linha de evolução humana, mas existe ao menos mais uma linha evolutiva que conduz ao Reino dos Devas, que não é objeto deste Artigo.

Há diferentes linhas de evolução para os humanos, conforme a Cadeia na qual se individualizam. Este fato é bem destacado por Max Heindel, em seu Conceito Rosacruz do Cosmos, Capítulos V a XII.

Não há como precisar a duração de uma Cadeia Planetária, mas a meu ver, são tão prolongadas, que a própria estrela que dá vida à Cadeia, se for como o nosso Sol, teria que nascer e morrer mais de uma vez, para completar um Esquema de Evolução ou Sete Cadeias Planetárias.

Em cada Cadeia Planetária existe um objetivo a ser alcançado. Na primeira Cadeia de nosso Esquema de Evolução foi a Primeira Iniciação; na segunda Cadeia foi a Terceira Iniciação; na Terceira Cadeia, o Grau de Arhat ou a Quarta Iniciação e na Quarta Cadeia, a nossa, o nível de Adepto ou Mestre, a Quinta Iniciação (Capítulo IX, páginas 62/63, O Sistema Solar, Arthur E. Powell, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda).

Nem todos alcançam o objetivo previsto para a Cadeia Planetária e assim temos “os Atrasados”. Para Arthur E. Powell, no livro citado, esses atrasados ingressam novamente como humanos na próxima Cadeia (veja Capítulos XX a XXV de O Sistema Solar, Arthur E. Powell).

Max Heindel tem, entretanto, uma opinião diferente. Escrevendo sobre a Cadeia anterior a nossa, a Cadeia Lunar, vê nesses atrasados, os Seres Lucíferos, que tanto se beneficiaram do homem, como os auxiliaram (veja Capítulo XII, página 259, de Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel). Não pretendo resolver o dilema, mas apenas apresentar as duas opiniões.

O estudo é repleto de sutilezas, e aqueles que se dedicarem a fazê-lo, com certeza ficarão com muitas perguntas sem resposta. Vale a respeito, a advertência do Mestre Koot Hoo Mi.

“Terei de manter silêncio em relação aos Dhyan Chohans (Mestres, acresço) e tampouco posso revelar a vocês os segredos relativos aos homens da Sétima Ronda (em nossa Cadeia, estamos na Quarta Ronda, acresço). A percepção das etapas mais elevadas do ser humano neste Planeta (e na Cadeia Terrestre, acresço) não pode ser alcançada pela mera aquisição de conhecimento. Nem volumes inteiros com a informação mais perfeitamente construída poderiam revelar ao homem a vida nas regiões (Planos Vibratórios, acresço) mais elevadas. A pessoa tem que obter conhecimento dos fatos espirituais através da experiência pessoal e da observação direta” (Cartas dos Mahatmas para A. P. Sinnett, Volume I, Carta 65, página 269, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda).

Bibliografia.

- O Sistema Solar, Arthur E. Powell, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda.

- Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel, Fratenidade Rosacruz, Capítulos V a XII.

- A Visão Teosófica das Origens do Homem, Annie Besant e C. W. Leadbeater, Teosofia (publicado também sob o nome: “O homem: donde e como veio, e para onde vai”), Editora Pensamento – Cultrix Ltda.

- Cartas dos Mahatmas para A. P. Sinnett, Volume I, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda.

A Queda

Não há nada pior que um dogma ou uma tese carregando o ser humano de culpa. Não basta o sofrimento agregado à vida no Plano Físico e alguns advogam ainda de que ele não teria existido, não fosse uma falha do próprio homem. Nada mais absurdo ou mais equivocado.

Nós evoluímos através de estrelas, nas quais o Logos Estelar fomenta a vida, em seus diversos Planetas e Planos Vibratórios. O Logos é o verdadeiro “deus” de seu sistema estelar, “pois nele realmente vivemos, nos movemos, existimos e temos o nosso ser” (inspirado em Atos 17, verso 28; Bíblia). No sistema Solar, a vida transita por cinco Planos – Átmico; Búdico; Mental Superior e Inferior; Astral; Físico-Etérico e Físico – através do chamado Esquema de Evolução, que contém Sete Cadeias Planetárias, sendo que cada Cadeia é formada por sete Planetas.

A Primeira Cadeia Planetária tem planetas nos Planos Átmico, Búdico, Mental Superior e Mental Inferior. A Segunda Cadeia tem Planetas nos Planos Búdico, Mental Superior, Mental Inferior e Astral. A Terceira Cadeia tem Planetas nos Planos Mental Superior, Mental inferior, Astral e Etérico do Plano Físico, e finalmente, a nossa Cadeia, a Quarta, a mais densa, tem Planetas nos Planos Mental Inferior, Astral, Etérico do Plano Físico e Físico, no caso, a Terra. Após descer na matéria mais densa, a Quinta, a Sexta e a Sétima Cadeias, farão o movimento inverso, ascendendo aos Planos mais sutis (a respeito dessa constituição de planetas, acato a tese de Max Heindel, exposta no livro abaixo referenciado).

Este movimento de descida e ascensão da Cadeia Planetária, e agora o mais importante, sempre foi parte do plano original do Logos. Assim o homem não está em corpo físico, por sua falha, mas sim porque o corpo Físico é parte de seu plano de evolução, ao menos em nossa estrela Sol.

Não são todos os seres que em sua evolução tomam Corpo Físico, mas ao homem, que entrou em nosso Esquema de Evolução como mineral na Primeira Cadeia, Vegetal na Segunda e Animal na Terceira, coube na Quarta Cadeia, a da Terra, a obrigação de também construir um Corpo Físico.

Bibliografia.

- Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel, Fraternidade Rosacruz.

- O Sistema Solar, Arthur E. Powell, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda.

A Vida É Por Estrelas

Todo o universo é iluminado, não há escuridão, pois a luz de uma estrela se une à luz de outra estrela, como a iluminação das ruas.

Dados recentes (2014) dão conta da existência de 300 bilhões de galáxias, sendo que a nossa, a Via Láctea, tem estimada atualmente, com os meios tecnológicos existentes para observação, um número aproximado de 300 bilhões de estrelas; mas, há tanto estrelas maiores do que a nossa estrela Sol, como galáxias muito maiores do que a nossa Via Láctea. O Google sabe isto.

A vida se desenvolve por estrelas, no nosso caso a estrela Sol, e portanto, dizemos Sistema Solar. Mas este nome não pode ser aplicado aos sistemas de outras estrelas. Por exemplo, citemos Aldebaran, a estrela mais brilhante da constelação de Touro. Se dissermos, Sistema Aldebaranar, estaríamos criando uma palavra horrorosa, dissonante; temos que dizer então, Sistema de Aldebaran. Da mesma forma, com a estrela Regulus, a mais brilhante da constelação de Leão. Não podemos dizer Sistema Regulusar, e sim, Sistema de Regulus. E assim em diante. Cada estrela é um sistema estelar, e o mais importante, um berçário de vida. Digamos então, acertadamente, que o universo é preenchido por Sistemas Estelares.

Em cada estrela existe um sistema para gerar a vida, com sete dimensões ou Planos Vibratórios. A Teosofia denomina esses Planos, em ordem inversa de frequência vibratória, de Planos Adi, Monádico, Átmico, Búdico, Mental, Astral e Físico. A vida se desenvolve através de cada uma dessas dimensões, e assim a evolução em uma estrela alcança até o Plano Átmico, pois os outros dois Planos (Adi e Monádico), não são propriamente campo de evolução humana. Cinco Planos então são usados para a evolução (Átmico, Búdico, Mental, Astral e Físico) e como os Planos Mental e Físico são divididos em dois, temos sete Planos para a vida evoluir.

É em um sistema estelar que a Mônada da Teosofia e o Espírito Virginal de Max Heindel, evoluem da inconsciência para a autoconsciência, alcançando níveis elevados de evolução e adentrando à Sagrada Hierarquia Celestial, que Dionísio noticia serem de nove níveis, os conhecidos pelos nomes de Serafim, Querubim, Tronos, Domínios, Virtudes, Potestades, Principados, Arcanjos e Anjos. A grande questão teológica é de que não foram criados à parte pelo Logos Solar, o verdadeiro “deus” para o seu sistema, mas que evoluíram em Cadeias Planetárias (grupo de sete planetas, em diferentes dimensões) anteriores. Também o Logos Estelar, aquele elevado Ser cujo corpo físico é uma estrela, é fruto da evolução.

Porém, a evolução não se encerra em um Sistema Solar. Ela prossegue, conforme a escola estudada, em outros seis ou onze níveis, dos quais nada se sabe. Nesses níveis a consciência alcança etapas tão elevadas, seres maravilhosos que no momento, são impossíveis de serem imaginados por nós, seres ainda humanos, usando corpo físico, o corpo mais denso e de frequência vibratória mais baixa do universo. Esses níveis também são subdivididos em dimensões.

Poderá acontecer, de em um futuro próximo, não se encontrar planetas no Plano Físico de uma estrela, mas isto não significará que ela não tenha planetas, mas sim, que naquele momento, essa estrela tem planetas apenas em outras dimensões que não a física.

Não se esqueçam, cada estrela é um berçário de vida.

E a Divindade máxima, criadora ou fonte de todos os bilhões de galáxias, de um número inimaginável de estrelas e de todas as dimensões? Acredito que exista, mas não consigo vislumbrá-la.

Por ora, fico com Paulo, só que me referindo ao Logos do Sistema Solar: “pois nele vivemos, nos movemos, existimos e temos o nosso ser” (Atos 17, 28).

Cadeia Planetária – Detalhes

Existem divergências quanto aos detalhes de uma Cadeia Planetária, conforme nos ensinam a Teosofia, a Fraternidade Rosacruz e a Antroposofia. Assim em textos de C. W. Leadbeater e Annie Besant (Teosofia); Max Heindel (Fraternidade Rosacruz) e Rudolf Steiner (Antroposofia), existem contradições; entretanto em sua essência, as narrações apontam para um mesmo esquema evolutivo.

Apenas como exemplo dessa discordância, há um ponto em uma sub-raça, em uma raça, em um planeta, em uma Ronda e em uma Cadeia Planetária, que os incapazes de conseguir desfrutando de um impulso vibratório mais elevado, são deixados para trás para prosseguirem sua evolução posteriormente. Esses seres não apenas seriam incapazes de prosseguir evoluindo no novo nível vibratório, como atrapalhariam, com suas emoções e pensamentos, os aptos a continuarem sua evolução. Existem então os chamados “Dias Do Juízo”, nos quais os menos aptos são deixados para trás. A Teosofia e a Fraternidade Rosacruz relacionam esses dias com o número 5 e a Antroposofia com o número 6.

Devido a esta e outras discordâncias, devemos por de lado todo o maravilhoso trabalho dessas escolas? Naturalmente que não, pois no todo, no geral, elas são concordes.

Assim a existência de uma Cadeia Planetária com sete planetas em planos vibratórios diferenciados; com sete Rondas ou sete passagens pelos sete Planetas; com sete raças e sete sub-raças em cada planeta, é um fato.

Todos os clarividentes citados apontam nesta direção e, portanto; o esquema para evoluirmos da inconsciência para a Maestria é tão maravilhoso quanto complexo, e tempo ou duração é o que menos importa; porém, exatamente como as coisas se dão em uma Cadeia Planetária, acredito que só um Mestre, se resolvesse fazê-lo, poderia descrever com absoluta exatidão.

Bibliografia.

- A Visão Teosófica das origens do Homem, Annie Besant e C. W. Leadbeater, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda.

- O Sistema Solar, Arthur E. Powell, Teosofia, Editora Pensamento – Cultrix Ltda.

- Conceito Rosacruz dos Cosmos, Max Heindel, Fraternidade Rosacruz.

- A Crônica do Akasha; A Ciência Oculta; O Apocalipse de João; todos de Rudolf Steiner, Antroposofia, Editora Antroposófica.

Cadeia Planetária – Diferentes Corpos Mais Densos

Um Esquema de Evolução contém sete Cadeias Planetárias, que por sua vez são constituídas de sete planetas. A Cadeia Planetária transita por cinco planos (ou dimensões) em nosso Sistema Solar, a saber, o Plano Átmico, Búdico, Mental, Astral e Físico.

Não é toda humanidade de um Esquema de Evolução que aprende a construir ou assume corpo físico, como o nosso. Aliás, isto é uma exceção. Das sete Cadeias Planetárias de nosso Esquema de Evolução, apenas em uma Cadeia a humanidade tomará corpo físico, duas tomarão corpo etérico, duas corpo astral e duas, corpo mental, como seus veículos mais densos.

Vejamos. A 1ª e a 7ª Cadeias são similares; assim como a 2ª e a 6ª e finalmente a 3ª e a 5ª. A 4ª Cadeia Planetária, a nossa, é a mais densa, e nela se toma corpo físico.

A 1ª e a 7ª Cadeias tem planetas nos seguintes planos: Átmico, Búdico, Mental superior e Mental Inferior. Nelas o corpo mais denso que se aprende a construir é o corpo mental.

A 2ª e a 6ª Cadeias tem planetas nos seguintes planos: Búdico, Mental Superior, Mental Inferior e Astral. Nelas o corpo mais denso que se aprende a construir é o corpo astral.

A 3ª e a 5ª Cadeias tem planetas nos seguintes planos: Mental Superior, Mental Inferior, Astral e Etérico do Plano Físico. Nelas o corpo mais denso que se aprende a construir é o corpo etérico.

Chegamos então à 4ª Cadeia Planetária de um Esquema de Evolução e temos como exemplo a nossa Cadeia, com a Terra como planeta mais denso. Ela tem planetas nos seguintes planos: Mental Inferior, Astral, Etérico do Plano Físico e Físico. Nela o corpo mais denso que se aprende a construir é o que estamos usando agora, o corpo físico.

Vemos então que em um Esquema de Evolução, apenas uma humanidade, a da Quarta Cadeia Planetária, aprende também a construir corpo físico. Isto não é castigo, queda, pecado original ou qualquer outro dogma absurdo; é simples parte do Plano Original do Logos Solar, para suprir de seres todos os planos vibratórios de Seu Sistema.

Alcançada a máxima evolução possível em uma Cadeia Planetária, ela avança pelas Cadeias seguintes. Alcançada a máxima evolução em um Esquema de Evolução, ela prossegue nos Esquemas seguintes. Alcançada a máxima evolução em um sistema estelar, ela prossegue nos demais Planos Cósmicos; assim, não há como fixar-se um termo final para a evolução, que como o universo, tende ao infinito.

Ainda não encontrei a síntese exposta acima em um livro. Confesso mesmo que demorei a aceitá-la, tendo em vista as dificuldades que enfrentamos no Plano Físico; entretanto, vida é vida e me sinto abençoado apenas por existir, apenas por ser consciente.

Max Heindel defende esta tese, quando explica as três primeiras Cadeias de nosso Esquema de Evolução, as de Saturno, Solar (é um planeta e não a estrela) e a Lunar. Estamos atualmente na Quarta Cadeia Planetária, a da Terra.

A respeito, veja os Capítulos V a XII, de Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel, Fraternidade Rosacruz.

Estou dando meus primeiros passos na literatura de Rudolf Steiner e encontrei uma posição similar a esta. Falando sobre a Cadeia de Saturno, ele ensina.

“Naturalmente os Senhores não cairão no erro de perguntar se eles possuíram corpos como o do homem atual. Seria um tremendo erro pensar que aqueles seres humanos tivessem possuído corpos humanos carnais. A etapa humana pode ser atravessada das mais diversas formas” (Capítulo 5, página 100, O Apocalipse de João, Rudolf Steiner, Antroposofia, Editora Antroposófica).

Na síntese que Arthur E. Powell faz em seu “O sistema Solar”, Editora Pensamento – Cultrix, ele coloca os 3ª e 5ª planetas de nossa Cadeia no Plano Físico, mas a respeito, fico com a opinião de Max Heindel, que os coloca na região etérica do Plano Físico (veja o Diagrama 8, página 180, Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel, Fraternidade Rosacruz).

A humanidade comum da 1ª Cadeia (Saturno), são agora os Arqueus (Principados); a humanidade comum da 2ª Cadeia (Solar), são agora os Arcanjos e a humanidade comum da 3ª Cadeia (Lunar), são agora os Anjos (capítulo XV, páginas 334/336, Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel, Fraternidade Rosacruz e Capítulo I, página 23, O Encontro com o mal e sua superação na Ciência Espiritual, Sergei O. Prokofieff, Antroposofia, Editora Antroposófica).

“Enquanto o ser humano passava pelas etapas do mineral, da planta e do animal, nos éons anteriores da evolução cósmica outras entidades superiores alcançavam o nível humano. Na etapa da antiga Lua foram as entidades que mais tarde, no éon terrestre, se tornaram Anjos, isto é, seres puramente espirituais, situados um nível acima do ser humano. Os seres que no antigo Sol estavam passando pelo nível humano alcançaram o nível de Anjo na antiga Lua e ascenderam a um nível mais elevado, o dos Arcanjos, no éon terrestre. Trata- -se de seres que hoje estão dois níveis acima do ser humano. Finalmente houve seres que no antigo Saturno alcançaram o nível humano e que no atual período do éon terrestre estão três níveis acima do homem, sendo denominados Arqueus (ou Principados; acresço) no esoterismo cristão” (capítulo I, página 23, O encontro com o mal e sua superação na ciência espiritual, Sergei O. Prokofieff, Antroposofia, Editora Antroposófica).


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