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Seção 10 - Esoterismo em Geral


Educação Esotérica

Não nos damos conta em nosso dia-a-dia da importância da capacidade de estudar, de raciocinar, de assimilar dados e concluir sobre eles, até que adentramos em uma Escola Esotérica e nos deparamos com um vasto material didático, cuja assimilação, confesso, exige um esforço que com certeza, vai além da presente encarnação, visto que não envolve apenas o aprendizado conceitual de fatos, mas também exige sua prática.

Assim a benção divina de um cérebro em condições de raciocinar é colocada no seu devido lugar, pois a continuação da evolução depende disso.

Livros que li sobre Atlântida, narram a existência de centros de ensino que poderíamos comparar a nossas universidades atuais e as leis esotéricas que hoje apenas alguns estudam, reservadamente em seus lares, era objeto de ensino nessas escolas de nível superior.

Conhecimento é poder e conhecimento esotérico o é ainda de uma forma mais enfática, podendo ser utilizado para a construção da personalidade e para o bem, ou ter seu uso desvirtuado e naturalmente, incorrer na pena cármica de tal manuseio das Leis Divinas.

Dessa forma além da educação formal que todos conhecem, existe uma educação esotérica esperando por aqueles que desejarem acelerar sua evolução.

- sobre Atlântida, um bom livro é Um Habitante de Dois Planetas, Phylos, o Tibetano; Ordem Rosacruz, AMORC.

Casa de Salomão

Em seu pequeno e provavelmente inacabado livro, “Nova Atlântida”, Francis Bacon narra a aventura de um grupo de homens, que após velejarem por algum tempo, se perderam e acabaram chegando a uma terra desconhecida, onde havia uma civilização evoluída e culta, pela qual foram bem recebidos e bem tratados.

Essa civilização mantinha um Colégio de Sábios, chamado “Casa de Salomão”, cujo objetivo era reunir e preservar o conhecimento, tanto científico, quanto metafísico ou místico.

Sabedor da intenção de Bacon por sua ligação a movimentos esotéricos, posso ver claramente na Casa de Salomão desse povo desconhecido, a origem ou a continuação do que hoje chamamos Grande Fraternidade Branca (ou Grande Loja Branca), que é a instituição que vela pelas Ordens Iniciáticas (as denominações Rosacruzes, Maçônicas, Martinistas, etc.) no planeta.

Assim, estar a serviço da Casa de Salomão, é não só uma grande honra, mas significa também possuir uma elevada estatura espiritual, que capacitaria prestar tão nobre serviço.

Por isto, é uma aspiração da quase totalidade dos místicos deste planeta.

Meu Plano Físico Ideal

As pessoas viveriam pelo menos dez mil anos, sem doença alguma, e na última semana, por sua própria vontade, faria o desligamento do corpo físico e iria para o plano psíquico que lhe fosse correspondente.

Não haveria vírus ou bactérias e nem nada semelhante; as doenças que conhecemos ou quaisquer outras, não existiriam.

Não haveria crimes, pois face ao poder criativo de cada ser, tudo estaria ao seu dispor caso desejasse, bastando-lhe manipular mentalmente a energia cósmica, que Deus colocaria à sua disposição.

Não que houvesse realmente alma-gêmea, mas cada ser teria para sua companhia, um ser de polaridade oposta.

Os novos corpos que cada dupla criasse mentalmente seriam no máximo em número de dois, um de polaridade positiva e outro de polaridade negativa, que seriam considerados irmãos.

Teríamos uma eterna primavera, com chuvas brandas e suaves ao final de cada dia; os rápidos relâmpagos seriam canalizados para receptáculos apropriados em todo o planeta, e sua energia colocada à disposição dos seres que o habitassem.

Não haveria vulcões, furacões, terremotos ou maremotos; a natureza seria pacífica.

O nível de consciência de cada ser seria compatível com um viver harmônico e pacifico.

Não haveria Governantes. Tudo seria decidido conforme a decisão mental grupal, facilmente acessada cada vez que algo exigisse uma decisão que afetasse o planeta.

Espaço e tempo existiriam, mas não seriam obstáculos para deslocamento ou comunicação, que seria telepática, com cada ser sendo capaz de criar seu próprio holograma.

Em paz, todos os seres sentiriam a presença do Criador, e tendo e sendo absolutamente tudo, nada desejariam de negativo ou desarmônico.

Haveria um corpo físico, mas de um nível energético mais sutil, que se alimentaria de energia cósmica.

Os seres que ascendessem, com o que chamamos morte, a outro plano psíquico, poderiam projetar-se para os que ficaram e conversar com eles, provando que a morte não existe.

Tudo seria criado mentalmente, quero dizer, casa, comida, vestuário, estradas, etc.

Os animais que existissem no planeta, seriam pacíficos e amorosos, sendo alimentados pela criação mental dos humanos que ali vivessem.

O serviço seria o envio de vibrações harmônicas para o universo, cooperando dessa forma com o Criador.

Sete Corpos ou Princípios Energéticos

Logo que entrei para a Ordem Rosacruz, AMORC, isto em 1982, adquiri o livro “As Mansões Secretas da Rosacruz”, de Raymond Bernard, e na leitura do Capítulo “A Grande Vigília de Lisboa”, algo chamou minha atenção:

“Como afirma o manuscrito, nossa Terra está situada num canto escuro do universo e unicamente, o homem interior, o sétimo, pode raciocinar com o absoluto”.

Este sétimo homem me desafiou por longos anos, pois a AMORC só falava do corpo físico, do corpo psíquico (que teria as funções dos corpos etérico, astral e mental da Teosofia, unidos) e do Mestre Interior (que seria a tríade Atma, Buddhi e Manas da Teosofia); mas não desisti dele.

Por volta de 2001, para encontrar respostas sobre um tema místico, iniciei o estudo solitário de Teosofia e constatei a setenária constituição do homem: Atma, Buddhi, Manas Superior, Manas Inferior (usa o corpo mental), corpo astral, corpo etérico e corpo físico.

Recentemente pousei os olhos num texto de Símbolos Secretos dos Rosacruzes dos Séculos XVI e XVII, Edição de 1978, Editora Renes, Ordem Rosacurz, AMORC, à página 68, que parece harmonizar as duas teorias e explicar o Sétimo homem, que para a Teosofia seria Atma, Buddhi e Manas Superior; e para a AMORC, o Mestre ou Eu Interior.

“O corpo natural, mortal e perecível (corpo físico, acresço) recebe seu alimento da terra;

e o corpo sideral, volátil e perecível (corpo psíquico da AMORC ou os corpos etérico, astral e mental, segundo a Teosofia) recebe seu alimento do firmamento (estrelas, acresço);

mas o espírito do Senhor é a vida de almas e a vida da vida imortal mais interior (Atma, Buddhi e Manas Superior da Teosofia ou Eu Interior da AMORC; o Sétimo Homem, acresço)”.

“O homem mais interno (o sétimo homem, acresço), como o puro corpo-energia Adâmico, com sua bela, eleita, graciosa, celestial noiva, recebe em grande amor e desejo em sua crente espiritual boca, o ser espiritual invisível, e sobrenatural carne celestial de Cristo, uma tintura de vida, um perpetrante amor ígneo e ser-energia,

pois a fé (conhecimento testado, diria em acréscimo) é a pedra angular, aquilo que inicia e que termina, efetuando o mais íntimo, eterno Sabá nas profundezas mais interiores de nossas almas, efetuando também o poder de Deus através do amor de Jesus em quieta tranquilidade e pacífica beatitude”.

Tem-se em um relance, a visão da missão de Cristo, que é abrir o portal para o Planeta, por onde pode penetrar a energia, chamada de “sobrenatural carne celestial de Cristo”, para despertar nossos corpos físico e psíquico (etérico. astral e mental; para a Teosofia), transformando-os no corpo glorioso (Aos Filipenses III, 20-21).

Evolução

Ainda como parte de uma Alma-Grupo, ele passou pelos Reinos Elemental, Mineral, Vegetal e Animal e se encontra pronto para abrigar a Mônada Humana, Atma-Buddhi-Manas da Teosofia, a Alma Humana, que irá se individualizar em corpos humanos embrionários, nos quais o Corpo Mental ainda está no início de seu desenvolvimento.

Como homem, as seguidas reencarnações desenvolvem ainda mais o Corpo de Desejos ou Corpo Astral, e de igual maneira o Corpo Mental.

Sua evolução o faz um ser inquiridor, um místico talvez, que além de meditar sobre os mistérios maiores da vida, cuida de desenvolver de forma consciente, seus centros de energia, os chamados chakras, que estão localizados em seus corpos mais sutis, começando no duplo do corpo físico ou corpo etérico, e encontrando réplicas nos corpos astral ou de desejos e no corpo mental.

Os antigos chamavam este ponto, em que a evolução é trazida para esforços conscientes em direção à mesma, como o homem que “entrou na corrente”, como aquele que deixou de se agarrar às margens do rio e deixou-se levar pela correnteza, percebendo de forma extraordinária, que esta correnteza não o levava para o fundo, mas cada vez mais para cima e para o alto.

A esta altura, normalmente ele já é filiado a uma das muitas Escolas exotéricas, mantidas pela Grande Fraternidade Branca. Nessa escola ele já passou por diversas Iniciações exotéricas, por Rituais sublimes e ricos em significado e está às portas da Iniciação Psíquica, onde se verá frente a frente com o Mestre de sua classe evolutiva.

Nesta Iniciação ele verá a Luz Indescritível, que se transformará no Pássaro anunciador da presença do Mestre, que dará ao então Iniciado, o Novo Nome (Apocalipse II, verso 17) e a Benção.

Com empenho e dedicação, ele alcançará esta Iniciação ainda nesta encarnação, e marcará para sempre seu lugar entre aqueles que assumiram a responsabilidade por sua própria evolução.

- Srotâpatti – Literalmente “aquele que entrou na corrente”, isto é, a corrente ou a via que conduz ao Nirvana ou, de modo figurado, ao oceano nirvânico (Glossário Teosófico, Editora Ground).

Logos do Sistema Solar

É realmente inconcebível tentarmos conceituar Deus, como a fonte e a consciência de todas as galáxias e de todas as dimensões ou planos vibratórios, onde habitam um número inimaginável de seres.

Assim, tanto Max Heindel, em seu Conceito Rosacruz do Cosmos, Fraternidade Rosacruz, como Madame Blavatsky, em A Doutrina Secreta, Editora Pensamento – Cultrix; tentaram explicar como a evolução se dá em apenas um Sistema Estelar, ou seja, em uma única estrela, com seu Logos ou “deus” do sistema Estelar, do qual se originam inúmeras Hierarquias de Seres Celestiais, que se doarão para que neste sistema estelar, várias ondas de vida nasçam e evoluam.

É Annie Besant, em A Sabedoria Antiga, Capítulo 1, Editora Teosófica, que nos dará uma bela ideia do que seria o Logos ou o “deus” do Sistema Estelar ou Solar, no caso da estrela Sol:

“Saindo das profundezas da Existência Una, do Uno além de todo pensamento e de todo discurso, um Logos, impondo um limite a Si mesmo, circunscrevendo voluntariamente o âmbito de seu próprio Ser, torna-se o Deus manifestado, e traçando a esfera limitativa de sua atividade, Ele delimita a área de seu universo”.

“No interior daquela esfera o universo nasce, evolui e morre; n’Ele o universo vive, se move e tem o seu ser; sua matéria é a emanação Dele; suas forças e energias são correntes de sua Vida; Ele é imanente em cada átomo, a tudo permeia, a tudo desenvolve; Ele é a sua fonte e seu fim, a sua causa e o seu objeto, o seu centro e circunferência, e o Universo tem n’Ele a sua fundação segura, n’Ele respira como seu espaço- -ambiente; Ele está em todas as coisas, e todas as coisas estão n’Ele”.

“Assim nos ensinaram os Guardiães da Sabedoria Antiga, sobre a origem dos mundos manifestados”.

Neste sentido Lucas equiparou o Cristo, enquanto Poder Criador de Deus, ao Logos Solar e assim diz:

“Pois nele vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17, verso 28).

Anotando Sonhos

Não é por acaso que a maioria, senão a totalidade das Ordens Esotéricas, recomendam que anotemos nossos sonhos.

Os sonhos são uma excelente fonte de contato com o insólito, os Mestres e os Planos vibratórios ou dimensões superiores, principalmente os Planos Astral e Mental (segunda e terceira dimensões).

À medida que prestamos maior atenção aos sonhos, com a intenção de anotá-los, aprendemos a reconhecer os sonhos com base mística ou Iniciática.

Passamos a detectar os recados de nosso próprio Eu Interior, bem como a identificar os contatos com Mestres.

Assim, abre-se para nós uma excelente oportunidade de contatos cósmicos e a vibração maior ou menor, quando sentida pelo corpo físico ou denso ao acordar, é que nos dará o tom ou a intensidade das vibrações recebidas, podendo daí inferirmos o nível evolutivo ou vibratório do Ser que manteve contato conosco, bem como do Plano vibratório que acessamos.

Entretanto, a despeito das vibrações atingirem ou não o corpo denso, às vezes o Ser que se nos apresenta é tão lindo, tão maravilhoso, que sabemos de imediato que estamos diante de um Ser bastante evoluído deste Universo Divino.

Na esteira deste raciocínio, ensina Phylos:

“Às vezes alguém que sonha realmente viaja com uma outra alma harmoniosa e nesse caso são duas almas numa jornada psíquica, o que não é sonho, mas fato” (Um habitante de dois Planetas, Phylos, o Tibetano; Livro Segundo, Capítulo IV, Ordem Rosacruz, AMORC).

Só Existe Vida

Mesmo no atual estágio da humanidade desse sistema estelar, com o homem transitando entre os Planos Físico, Astral e Mental, só existe vida; que se manifesta em cada um dos Planos, de acordo com o corpo que está sendo utilizado.

Embora existam em nosso Sistema Estelar dois outros Planos - o Búdico e o Atmíco - bem como outros dois Planos que ainda não se manifestaram; devido ao nível evolutivo do homem, ele transita apenas pelos Planos já mencionados.

Assim com aquilo que erroneamente é chamado de morte, o homem deixa para trás o duplo etérico e o corpo denso, ambos pertencentes ao Plano Físico.

Após um pequeno intervalo o homem estará no Plano Astral e finalmente, após a colheita dos frutos evolutivos que a encarnação lhe deu, se verá no Devachan, no Plano Mental Inferior, onde se preparará para a próxima encarnação, além de gozar de um merecido descanso.

Desta maneira só existe vida, manifestando-se ora em um Plano, ora em outro, mas é sempre a mesma vida, trazendo consigo a consciência.

Tempo não existe; só existe a eternidade.

O homem mensurou e dividiu a órbita do Planeta Terra, em seu giro ao redor da estrela Sol e face às mudanças que ocorrem em seu corpo físico ou denso, chamou isto de tempo.

Tenha seu corpo denso dado quantas órbitas do Planeta Terra em torno da Estrela Sol, feche seus olhos e sinta-se, pois verá que seu Eu Interior, aquilo que você realmente é, não tem idade.

Nós somos apenas, ora ligados a um corpo físico ou denso, ora não.

Quando nos tornarmos conscientes e senhores de tudo que temos a aprender no Plano Físico, não haverá mais ligações a corpos densos.

Cremação – Somente Três Dias e Meio Depois

Este ato é tão importante que merece ser tratado com maior profundidade. Para isto usaremos ensinamentos similares encontrados na Ordem Rosacruz, Teosofia e Fraternidade Rosacruz.

A Ordem Rosacruz sugere um prazo para a cremação, e este prazo consta em suas Monografias (Oitavo Grau/Nova), sendo praticamente igual ao que iremos defender aqui.

“Quando é incinerado, o corpo físico fica totalmente purificado e torna-se verdadeiramente pó, no sentido místico desse termo. Por esta razão a prática da cremação sempre foi corrente entre os Iniciados e Membros de Ordens tradicionais” (verbete Cremação; Glossário de Termos e Conceitos da Tradição Rosacruz da AMORC).

“Por ocasião da morte, a consciência retira-se do corpo físico denso para o duplo etérico por um curto tempo, quase sempre por poucas horas, e depois passa para o corpo astral”.

“No real momento da morte, mesmo quando se trata de morte súbita, o homem vê toda sua vida passada desfilando diante de si, em seus mínimos detalhes. Em um momento ele vê toda a cadeia de causas que estiveram agindo durante a sua vida. Vê, e agora ele se compreende tal como realmente é, despido de lisonjas ou de auto-ilusão. Lê sua vida, permanece como espectador, observando a arena que está abandonando” (dois últimos excertos retirados do Capítulo XII, página 95, O Corpo Astral, Arthur E. Powell, Teosofia, Editora Pensamento - Cultrix).

“Quando os veículos superiores (Ordem Rosacruz: corpo psíquico; Teosofia: corpo etérico, astral e mental; Fraternidade Rosacruz: corpo vital, corpo de desejos e mente) abandonam o corpo denso, permanecem ainda ligados a ele por meio de um cordão delgado, brilhante, prateado, muito semelhante à figura de dois seis invertidos, colocados um vertical e outro horizontalmente, ligados ambos pelas extremidades do gancho”.

“Um extremo desse cordão, prende-se ao coração por meio do átomo-semente (átomo permanente; acresço). É a ruptura do átomo-semente que produz a paralisação do coração. O cordão só se rompe depois que todo o panorama da vida passada, contida no Corpo Vital, foi contemplado”.

“Todavia, deve-se ter muito cuidado em não cremar ou embalsamar o corpo antes de decorridos no mínimo três dias e meio após a morte, porque enquanto o Corpo Vital e os corpos superiores permanecerem unidos ao corpo por meio do cordão prateado, o homem, em certa medida, sentirá qualquer exame post-mortem ou ferimento no corpo denso. A cremação deveria ser evitada nos três primeiros dias e meio depois da morte porque tende a desintegrar o corpo vital, que deve permanecer intacto até que se tenha impresso no corpo de desejos, o panorama da vida que passou” (três últimos excertos retirados do Capítulo III, páginas 97/98, Conceito Rosacruz do Cosmos, Max Heindel, Fraternidade Rosacruz).

A Importância e a Necessidade do Estudo Esotérico

Rudolf Steiner, um gênio que alcançou ao menos a Quarta Iniciação ou o Grau de Arhat, ficando, portanto, muito perto da Maestria ou da Quinta Iniciação. Ele lia os Registros Akásicos, como poucos o fizeram na historia recente da humanidade. Inicialmente pertenceu ao alto escalão da Sociedade Teosófica, mas por discordar da tese esposada por líderes teosóficos a respeito do Cristo, divorciou-se daquela Ordem, fundando a Sociedade Antroposófica.

Steiner deixou um acervo de mais de trezentos livros, pois suas conferências foram anotadas e publicadas em forma de livro. Entretanto, cada ciclo de conferências que dava, era realmente um livro, pois continha início, meio e fim; ou seja, o assunto em pauta era totalmente trabalhado durante as palestras.

Das inumeráveis pérolas que legou à humanidade, cito abaixo sua defesa sobre a importância e a necessidade do estudo esotérico.

“Ao discípulo desvendam-se, gradualmente, verdades do mundo espiritual. Ele escuta uma linguagem espiritual. Todas as verdades superiores são alcançadas através de tal fala interior. E o que se pode ouvir pela boca de um autêntico pesquisador do oculto, ele o apreende dessa forma”.

“Isso não quer dizer, em absoluto, que seja desnecessário dedicar-se a textos científicos-espirituais, antes de, dessa maneira, conseguir perceber a fala interior. Pelo contrário: o estudo de tais textos, a escuta dos ensinamentos de pesquisadores do oculto, também são, por si, meios capazes de proporcionar o auto-conhecimento. Cada frase que o indivíduo ouve da ciência oculta é capaz de levar o sentido aonde este tem de chegar, se a alma tiver de experimentar verdadeiro progresso”.

“E quem quisesse aplicar todos os demais meios, não alcançaria fim algum, se não assimilasse os ensinamentos dos pesquisadores do oculto”.

“Ora, uma vez que emanaram do verbo interior vivo, da fala interior viva, esses ensinamentos possuem, por si, vida espiritual. Não são meras palavras. São forças vivas”.

“E enquanto você acompanha as palavras de um experimentado ocultista, enquanto lê um livro proveniente de uma verdadeira vivência interior, em sua alma atuam forças que o tornam igualmente clarividente”.

Bibliografia.

- Os Graus da Iniciação, páginas 38/39, O Conhecimento dos Mundos Superiores, Rudolf Steiner, Antroposofia., Editora Antroposófica.


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Livro - O Sol dos Rosacruzes

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