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A Parábola das Bodas – Mateus Cap. 22


Como afirmo muitas vezes, quanto de misticismo contém ainda a Bíblia, isto nas traduções comuns a que todos temos acesso. Basta olharmos com um olhar um pouco mais profundo e a beleza dos ensinamentos do Mestre dos Mestres, Jesus, parece querer saltar das páginas e sacudir-nos, como querendo dizer-nos, como não vêem o que estou tentando ensinar-lhes.

O convite do Mestre realmente estende-se a todos, independente de raça, cor, sexo, nacionalidade. Cada qual tem os seus motivos para não seguir a Senda Mística, o estudo metódico e sagrado que nos fará um dia mais que meros mortais.

O Reino dos céus é semelhante a um certo Rei que celebrou as boas de seu filho (vs. 2).

Cada um de nós é filho de Deus, entretanto devemos nos tornar filhos de Deus conscientes de que somos filhos e a partir daí sermos co-laboradores do Criador.

Num determinado nível da Maestria, que desconheço, somente tendo notícias de que existe, o Mestre recebe o título de Filho de Deus. Assim, as bodas de que trata a parábola são as bodas de todos nós, filhos de Deus, quanto atingirmos aludido nível evolutivo.

Para essas bodas todos estamos convidados, mas devemos nos preparar para a mesma, através de estudo esotérico e prática de exercícios metafísicos para o despertar de nossos centros de energia, não nos esquecendo da natural elevação em caráter, pois senão poderemos ser retirados da festa por não portarmos a veste nupcial.

Que é a veste nupcial, a que se refere Jesus?

A veste nupcial é o nosso próprio corpo físico e psíquico, que devem ser regenerados, através dos exercícios que mencionei antes. Devemos realmente renascer (João, Cap. 3: 1 a 12) do espírito, das energias cósmicas de vibrações superiores e ainda expandir nossa consciência, adentrando em Consciência Cósmica, atingindo o Samadhi ou Nirvana, realmente recebendo o Espírito Santo ou atingindo a Iluminação.

A verdadeira alquimia cuida mais da transformação ou regeneração de nossos corpos físico e psíquico, do que da transmutação de metais inferiores em ouro.

Por isto muitos são chamados, poucos os escolhidos e dentre os escolhidos, poucos que verdadeiramente se elegem.


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