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Signo Cósmico


O Zodíaco com seus doze signos têm sua idade perdida na noite dos tempos e não há dúvida de que o cósmico com seus planetas e estrelas influem nos destinos ou na destinação do homem.

O que venho partilhar convosco agora é o fato de que teríamos dois signos: um terreno, o do momento do nascimento no planeta Terra, e outro cósmico, o do momento da concepção de nossa personalidade, na falta de melhor termo, do nosso verdadeiro Eu, de nosso Eu Maior ou Eu Interior ou Cristo Interno.

O primeiro, o terreno, seria mutável, ou seja, ao longo de nossas encarnações iríamos passando, até para efeito de aprendizagem mesmo, pelos doze signos do Zodíaco; enquanto que o segundo, o signo Cósmico seria sempre o mesmo, pois pertenceria ao nosso raio, à nossa palavra, à nossa vibração fundamental, enfim, seria a marca da Alma-Pai em nós.

Por este signo evoluiríamos até a desnecessidade de reencarnarmos, quando teríamos então atingido o grau de Angelitude.

Este signo nos seria revelado ao longo de nossa evolução na Senda e estaria relacionado com nosso novo nome ou palavra pessoal, que só é conhecido por aquele que o recebe (Apocalipse, Cap. 2:17).

Que estas simples e breves anotações lhes sejam úteis!


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